O cidadão parou. Analisou. Concluiu. Seguiu. Quanta sabedoria! Com um sorriso maroto assentindo com a cabeça se perguntou como não tinha pensado naquilo antes. Algo tão simples, tão, tão, tão ordinário.
Tinha que pôr no papel. Não podia esquecer. Ah, esquecer jamais. Não perdoaria a si próprio se isso acontecesse. Uma ideia brilhante daquelas. Patentear foi a segunda coisa que veio à mente. Ficaria rico. Melhor. Milionário! Até aquele musical dos anos 50 lhe iluminou o pensamento. Como era mesmo o nome? Chuva. Dançando na chuva. Ah, claro! Cantando na chuva! Que felicidade! Papel e caneta na mão. Rabiscou as palavras. Leu. Sorriu. Gargalhou. Deu um tapa na folha. Despejou uma dose, no capricho, de um whisky 12 anos no copo. Se jogou no sofá. Olhou para o vazio. Que criatividade!
Tinha que pôr no papel. Não podia esquecer. Ah, esquecer jamais. Não perdoaria a si próprio se isso acontecesse. Uma ideia brilhante daquelas. Patentear foi a segunda coisa que veio à mente. Ficaria rico. Melhor. Milionário! Até aquele musical dos anos 50 lhe iluminou o pensamento. Como era mesmo o nome? Chuva. Dançando na chuva. Ah, claro! Cantando na chuva! Que felicidade! Papel e caneta na mão. Rabiscou as palavras. Leu. Sorriu. Gargalhou. Deu um tapa na folha. Despejou uma dose, no capricho, de um whisky 12 anos no copo. Se jogou no sofá. Olhou para o vazio. Que criatividade!
Por Lucas Landim
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